O
mau hálito é muito mais freqüente do que se imagina.
Cerca de 30 a 40% dos brasileiros têm halitose (nome
científico do mau hálito). A halitose não escolhe
sexo, profissão ou nível sócio-econômico e pode afetar
grandemente a qualidade de vida do seu portador,
gerando inibição, insegurança, isolamento, complexos,
angústia e dificuldades no relacionamento e no
convívio social, profissional e familiar.
O pior
é que, muitas vezes, as pessoas com halitose não
sentem o seu próprio hálito porque o olfato se
acostuma com o mau odor. Por isso, muitas pessoas que
têm mau hálito não procuram tratamento e,
conseqüentemente, acabam sofrendo discriminação por
pessoas de seu convívio social, que não se sentem bem
para alertá-las sobre este problema.
Felizmente, existe hoje um aparelho de alta
tecnologia, chamado Halimeter®, que é capaz de
medir os principais gases causadores do mau hálito: os
chamados compostos sulfurados voláteis. Este aparelho
tem a capacidade de avaliar a existência ou não da
halitose, a gravidade do problema e acompanhar a
evolução do tratamento. O Halimeter® mede não somente
os odores provenientes da boca, mas também aqueles
vindos dos pulmões e das narinas, ajudando bastante a
identificação da origem do odor.
Apesar
de existirem mais de 50 causas para a halitose, em
mais de 90% dos casos, a origem do mau hálito está na
própria boca e não no estômago, como muita gente
pensa. Na grande maioria das vezes, o mau hálito é
produzido pelos compostos sulfurados voláteis, que são
gases que têm odor desagradável e são resultantes da
quebra de proteínas por bactérias presentes na boca.
Muitas vezes, a pessoa apresenta um somatório de
causas que levam à halitose. Por isso, uma boa
investigação com relação às possíveis causas do mau
hálito é essencial para um correto tratamento.
Com
a utilização do Halimeter®, além de outros exames
disponíveis e modernas técnicas de tratamento, já é
possível detectar, medir, tratar e controlar o mau
hálito.
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